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Capa do Album Drês (2009), de Nando Reis e os Infernais
  1. O mundo é bão, Sebastião

    Por que o Sol saiu
    Por que seu dente caiu
    Por que essa flor se abriu
    Por que iremos viajar no verão
    Por que aqui o mundo não será cão

    Quando o Goodzila atacar
    Quando essa febre baixar
    Quando o mamute voltar
    Descongelado a caminhar na Sibéria
    Quando invento, o mundo é feito de idéias

    O mundo é bão, Sebastião
    O mundo é bão, Sebastião
    O mundo é bão, Sebastião
    O mundo é teu, Sebastião

    Como escrever certo o seu nome
    Como comer se der fome
    Como sonhar pra quem dorme
    E deixa o cansaço acalmar lá em casa
    Como soltar o mundo inteiro com asas
    Tiranossauro Rex tião
    Dentro dos seus olhos virão
    Monstros imaginários ou não

    Por sorte somos todos os infernais

    E agora eu vivo em paz

    O mundo é bão, Sebastião
    O mundo é bão, Sebastião
    O mundo é bão, Sebastião
    O mundo é teu, Sebastião

    O mundo é bão, o mundo é bão
    O mundo é bão, o mundo é bão

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  2. O mundo é bão, Sebastião!

    Por que o Sol saiu
    Por que seu dente caiu
    Por que essa flor se abriu
    Por que iremos viajar no verão
    Por que aqui o mundo não será cão

    Quando o Goodzila atacar
    Quando essa febre baixar
    Quando o mamute voltar
    Descongelado a caminhar na Sibéria
    Quando invento, o mundo é feito de idéias

    O mundo é bão, Sebastião
    O mundo é bão, Sebastião
    O mundo é bão, Sebastião
    O mundo é teu, Sebastião

    Como escrever certo o seu nome
    Como comer se der fome
    Como sonhar pra quem dorme
    E deixa o cansaço acalmar lá em casa
    Como soltar o mundo inteiro com asas
    Tiranossauro Rex tião
    Dentro dos seus olhos virão
    Monstros imaginários ou não

    Por sorte somos todos os infernais

    E agora eu vivo em paz

    O mundo é bão, Sebastião
    O mundo é bão, Sebastião
    O mundo é bão, Sebastião
    O mundo é teu, Sebastião

    O mundo é bão, o mundo é bão
    O mundo é bão, o mundo é bão

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  3. O segundo Sol

    Composição: Nando Reis

    Quando o segundo sol chegar
    Para realinhar
    As órbitas dos planetas
    Derrubando com
    O assombro exemplar
    O que os astrônomos diriam
    Se tratar de um outro cometa…(2x)

    Não digo que não me surpreendi
    Antes que eu visse, você disse
    E eu não pude acreditar
    Mas você pode ter certeza
    De que seu telefone irá tocar
    Em sua nova casa
    Que abriga agora a trilha
    Incluída nessa minha conversão
    Eu só queria te contar
    Que eu fui lá fora
    E vi dois sóis num dia
    E a vida que ardia
    Sem explicação…

    Quando o segundo sol chegar
    Para realinhar
    As órbitas dos planetas
    Derrubando com
    O assombro exemplar
    O que os astrônomos diriam
    Se tratar de um outro cometa…(2x)

    Não digo que não me surpreendi
    Antes que eu visse, você disse
    E eu não pude acreditar
    Mas você pode ter certeza
    De que seu telefone irá tocar
    Em sua nova casa
    Que abriga agora a trilha
    Incluída nessa minha conversão
    Eu só queria te contar
    Que eu fui lá fora
    E vi dois sóis num dia
    E a vida que ardia
    Sem explicação
    De que seu telefone irá tocar
    Em sua nova casa
    Que abriga agora a trilha
    Incluída nessa minha conversão
    Eu só queria te contar
    Que eu fui lá fora
    E vi dois sóis num dia
    E a vida que ardia
    Sem explicação…

    Explicação, não tem
    Não tem Explicação..(2x)

    Explicação, não tem
    Sem Explicação!…

    Explicação, não tem
    Explicação!
    Não tem, não tem!

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  4. Os cegos do castelo

    Composição: Nando Reis

    Eu não quero mais mentir
    Usar espinhos
    Que só causam dor
    Eu não enxergo mais o inferno
    Que me atraiu
    Dos cegos do castelo
    Me despeço e vou
    A pé até encontrar
    Um caminho, um lugar
    Pro que eu sou…

    Eu não quero mais dormir
    De olhos abertos
    Me esquenta o sol
    Eu não espero que um revólver
    Venha explodir
    Na minha testa se anunciou
    A pé a fé devagar
    Foge o destino do azar
    Que restou…

    E se você puder me olhar
    Se você quiser me achar
    E se você trouxer o seu lar…

    Eu vou cuidar
    Eu cuidarei dele
    Eu vou cuidar
    Ah! Ah! Ah! Ah! Ah!
    Do seu jardim…

    Eu vou cuidar
    Eu cuidarei muito bem dele
    Eu vou cuidar
    Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah!
    Eu cuidarei do seu jantar
    Do céu e do mar
    E de você e de mim…

    Eu não quero mais mentir
    Usar espinhos
    Que só causam dor
    Eu não enxergo mais o inferno
    Que me atraiu
    Dos cegos do castelo
    Me despeço e vou
    A pé até encontrar
    Um caminho, um lugar
    E pro que eu sou
    Oh! Oh! Oh! Oh!…

    E se você puder me olhar
    Se você quiser me achar
    E se você trouxer o seu lar…

    Eu vou cuidar
    Eu cuidarei dele
    Eu vou cuidar
    Ah! Ah! Ah! Ah!
    Do seu jardim…

    Eu vou cuidar
    Eu cuidarei muito bem dele
    Eu vou cuidar
    Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah!
    Eu cuidarei do seu jantar
    Do céu e do mar
    E de você e de mim
    Oh! De mim!
    E você e de mim
    E de você e de mim…

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  5. O segundo sol

    Composição: Nando Reis

    Quando o segundo sol chegar
    Para realinhar
    As órbitas dos planetas
    Derrubando com
    O assombro exemplar
    O que os astrônomos diriam
    Se tratar de um outro cometa…(2x)

    Não digo que não me surpreendi
    Antes que eu visse, você disse
    E eu não pude acreditar
    Mas você pode ter certeza
    De que seu telefone irá tocar
    Em sua nova casa
    Que abriga agora a trilha
    Incluída nessa minha conversão
    Eu só queria te contar
    Que eu fui lá fora
    E vi dois sóis num dia
    E a vida que ardia
    Sem explicação…

    Quando o segundo sol chegar
    Para realinhar
    As órbitas dos planetas
    Derrubando com
    O assombro exemplar
    O que os astrônomos diriam
    Se tratar de um outro cometa…(2x)

    Não digo que não me surpreendi
    Antes que eu visse, você disse
    E eu não pude acreditar
    Mas você pode ter certeza
    De que seu telefone irá tocar
    Em sua nova casa
    Que abriga agora a trilha
    Incluída nessa minha conversão
    Eu só queria te contar
    Que eu fui lá fora
    E vi dois sóis num dia
    E a vida que ardia
    Sem explicação
    De que seu telefone irá tocar
    Em sua nova casa
    Que abriga agora a trilha
    Incluída nessa minha conversão
    Eu só queria te contar
    Que eu fui lá fora
    E vi dois sóis num dia
    E a vida que ardia
    Sem explicação…

    Explicação, não tem
    Não tem Explicação..(2x)

    Explicação, não tem
    Sem Explicação!…

    Explicação, não tem
    Explicação!
    Não tem, não tem!

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  6. Onde você mora?

    Composição: Marisa Monte/Nando Reis

    Amor igual ao seu
    Eu nunca mais terei
    Amor que eu nunca vi igual
    E que eu nunca mais verei…

    Amor que não se mede
    Amor que não se pede
    Não se repete…(2x)

    Amor igual ao seu
    Eu nunca mais terei
    Amor que eu nunca vi igual
    E que eu nunca mais verei
    Hei! Hei!…

    Amor que não se mede
    Amor que não se pede
    Não se repete…(2x)

    Cê vai chegar em casa
    Eu quero abrir a porta
    Daonde você mora
    Aonde você foi morar
    Ah Aharrá! Ah Aharrá!
    A onde foi?…

    Não quero estar de fora
    Aonde está você?
    Eu tive que ir embora
    Mesmo querendo ficar
    Ah Aharrá! Ah Aharrá!
    Agora eu sei!…

    Eu sei que eu fui embora
    E agora eu quero você
    De volta pra mim!…

    Amor igual ao seu
    Eu nunca mais terei
    Amor que eu nunca vi igual
    E que eu nunca mais verei…

    Amor que não se mede
    Amor que não se pede
    Não se repete
    Amor!
    Amor que não se mede
    Amor que não se pede
    Não se repete
    Oh não!…

    Cê vai chegar em casa
    Eu quero abrir a porta
    Daonde você mora
    Aonde você foi morar
    Ah Aharrá! Ah Aharrá!
    A onde foi?…

    Não quero estar de fora
    Aonde está você?
    Eu tive que ir embora
    Mesmo querendo ficar
    Ah Aharrá! Ah Aharrá!
    Agora eu sei!…

    Eu sei que eu fui embora
    E agora eu quero você
    De volta prá mim!…

    Amor igual ao seu
    Eu nunca mais terei
    Hei! Hei!
    Amor que eu nunca vi igual
    E que eu nunca mais
    Nunca mais
    Nunca mais verei…

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  7. O vento noturno do verão

    Composição: Nando Reis

    Numa ladeira que subíamos vindos do primeiro grau pr’escorregarmos pro pátio do ginásio
    Encaixo as Ravenalas só nem via os raios que os astros do alto do arco faziam girar seu lapso
    Perfeito
    Porque eu só vi direito, após vir o defeito eleito pr’uma imagem.

    Como a coragem que nos traz o soprar do vento noturno do verão
    Quando as miragens vieram riscar o núcleo do futuro na palma das mãos
    Somos capazes de pensar, mas não deixo de admirar
    as rochas que não precisam da respiração

    para ser
    pára
    pára sem perceber
    para ver
    para ter
    para pertencer

    ao que os nossos olhares assistem
    nesses mesmos lugares que existem
    há milhares de anos
    onde cabe tudo
    E aqui na Terra embrulhada pelos ares
    enfeitada pelas árvores
    e encharcada por seus mares tão fundos
    Uma ladeira que subimos numa terça-feira
    nos fez ficar bem juntos

    Para quê ?
    Pára,
    separa escolher.
    Para te
    para me
    para conhecer.

    para ser
    pára
    pára sem perceber
    para ver
    para ter
    para pertencer

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  8. O Seu Lado de Cá

    Na minha frente eu vejo o mar
    Na frente do mar está a ilha
    Na minha frente eu vejo o mar
    Na frente do mar está a ilha

    Lá onde nasce o dia
    Lá onde cresce o mar
    Longe o mundo, a ilha
    Vendo o seu lado de cá
    Pelo seu lábio de maré
    Deixo o seu nome chamar
    Até ter fim 
    ouvindo

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  9. O Meu Posto

    Sinto muita saudade
    Essa é a verdade
    Não te vejo a metade
    Do quanto quero lhe ver

    Se eu te vejo a metade
    Mais eu sinto saudade
    Essa é a verdade
    Quanto quero lhe ver

    Quando a gente se fala
    Quando perco a fala
    Eu te ouço e não falo
    O que eu quero dizer

    Estou te amando de novo
    E o quarto lugar
    Pro meu posto 
    Já me deixou feliz

    Hoje em outra cidade
    Amanhã na cidade
    Eu te ligo de tarde
    Você termina de ler

    Você me liga de tarde
    Já pra outra cidade 
    Hoje eu durmo mais tarde
    Você não para de ler

    Pois ficou resfriada
    Pos seus pés em sandálias
    De manhã sem a praia
    Pôde compreender

    Que está me amando de novo
    E encontra o lugar
    No seu gosto 
    e se sente feliz

    E o medo, o peso, o pesadelo, o segredo
    e o sossego que o desejo por um beijo 
    pôs pra fora
    E o desejo durante tanto tempo
    só desejo mais desejo
    deseja que o desejo seja feito agora

    Dia 1º de Maio
    Não sei porque me distraio
    Passou alguém perfumado
    Quase que eu posso lhe ver

    Ribeirão, madrugada
    Todo mundo lá em casa
    O mundo é muito mais água
    Do que eu posso beber

    Antes só suco de lima
    Hoje também o de pinha
    Quanto você imagina
    Que ele possa querer
    Ficar amando de novo
    Nesse outro lugar
    O seu posto
    Diferente e feliz ?

    E o medo, o peso, o pesadelo, o segredo
    e o sossego que o desejo por um beijo 
    pôs pra fora
    E o desejo durante tanto tempo
    só desejo mais desejo
    deseja que o desejo seja feito agora

    Bom jantar, meus amigos
    Amanhã é domingo
    Hoje eu fico sozinho
    Pra poder lhe escrever

    Que estou amando e com sono
    Acho que vou me deitar
    No meu posto
    Eu me sinto mais feliz

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